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A mostrar mensagens de abril, 2026

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor sobe a três, seis e 12 meses

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Euribor sobe nos três principais prazos A taxa Euribor subiu esta segunda-feira a três, seis e 12 meses, face à última sexta-feira, numa semana mais curta e durante a qual se realiza a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), em Frankfurt. Com estas alterações, a Euribor a três meses avançou para 2,170%, mantendo-se abaixo das taxas a seis meses (2,465%) e a 12 meses (2,763%). A evolução da Euribor reflete-se diretamente no mercado de crédito habitação em Portugal, sobretudo nos contratos com taxa variável, onde estas taxas são determinantes para o cálculo das prestações. Euribor a seis meses mantém maior peso em Portugal A Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu para 2,465%, mais 0,006 pontos do que na sexta-feira. Segundo dados do Banco de Portugal relativos a fevereiro, a Euribor a seis meses representava 39,18% do stock de empréstimos para habitação própria permanen...

CRÉDITO & SEGUROS: Seguro da casa vai deixar de ser opcional...

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O Governo quer tornar obrigatório o seguro contra riscos de catástrofes naturais e sísmicas para habitações, e também para instalações de empresas, no âmbito do novo Plano de Transformação, Recuperação e Resiliência ( PTRR ). O pacote de medidas, apresentado esta terça-feira pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, inclui ainda a criação de um Fundo de Catástrofes e um mecanismo de solidariedade para apoiar famílias com menores rendimentos. A iniciativa surge num contexto em que os riscos associados a fenómenos extremos estão a aumentar e em que Portugal continua significativamente exposto, não apenas do ponto de vista climático, mas também sísmico, sem que exista uma cobertura generalizada do parque habitacional. Por isso, esta medida deverá ter impacto direto no setor segurador, mas também nos orçamentos das famílias. Em Portugal, cerca de metade das habitações não tem qualquer tipo de seguro e menos de 20% contam com cobertura sísmica. Seguro da casa obrigatório com apoio para vulne...

CRÉDITO & SEGUROS: BdP quer banca a avaliar riscos geopolíticos nos créditos (habitação)...

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O Banco de Portugal (BdP) quer que as instituições financeiras avaliem o impacto de factores externos, como os  geopolíticos,  numa eventual deterioração do risco no reembolso de créditos, de acordo com um comunicado, divulgado na passada Sexta-feira (dia 24 de Abril). Nesta nota, o BdP deu conta das suas prioridades de supervisão microprudencial para este ano, que passam por robustecer tanto “a  resiliência financeira dos bancos  perante choques adversos de natureza geopolítica e a incerteza macroeconómica” como a resiliência operacional e reforço das estratégias de digitalização. Entre os destaques no âmbito destas prioridades, o BdP aponta que as instituições “devem dispor de um quadro de monitorização do  risco de crédito  robusto e eficaz, que permita que todas as posições em risco de crédito sejam periodicamente seguidas e avaliadas ao longo do seu ciclo de vida”. Isto inclui a “sensibilidade dos mutuários a fatores externos que possam afetar a s...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor e juros da casa a subir? A importância de renegociar o spread...

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Quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa e tem o respectivo  crédito habitação  indexado à taxa  Euribor  variável pode ver a prestação da casa subir na próxima revisão do contrato. Um cenário que ganha força com o prolongar do conflito no Médio Oriente, que ameaça voltar a fazer aumentar a inflação e consequentemente as taxas de juro de referência do Banco Central Europeu ( BCE ), o que terá impacto, por sua vez, nas taxas Euribor e nos créditos habitação. Renegociar o  spread  pode ser, então, uma opção a ter em conta. Mas será que é possível? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana. Caso prático: Voltamos a ouvir falar da movimentação, para cima, como sempre, das taxas de juro, que impactam, e muito, na prestação mensal do crédito habitação, e consequentemente no orçamento familiar. Além desta questão, também o agravamento do spread tem sido noticiado. Ora, embora estivesse decidido a iniciar um pedido de crédito para comp...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação - banca avalia m2 em novo máximo de 2.151 euros...

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A avaliação bancária da casa   é um dos passos essenciais na hora de pedir  crédito habitação , pois define o montante a emprestar (geralmente é o menor entre o preço da casa e o valor da avaliação). O que se tem sentido em Portugal é que a banca tem valorizado cada vez mais o metro quadrado (m2) da habitação, atingido novos máximos mês após mês. Março foi mais um mês de recordes, com o valor mediano da  avaliação bancária na habitação  a atingir os 2.151 euros por metro quadrado (euros/m2). “Em Março, o valor mediano de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de  crédito para a aquisição de habitação , fixou-se em 2.151 euros/m2, tendo aumentado 29 euros (1,4%) relativamente a Fevereiro”, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE) no boletim divulgado na passada Segunda-feira, dia 27 de Abril. Este é o sexto mês seguido que o m2 vale mais de 2.000 euros para a banca. A nível geográfico, foi a Região Autónoma da Madeira apresentou o aumento mais...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação - canal bancário vs intermediação...

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Canal bancário vs intermediação de crédito Na originação de crédito habitação, as instituições financeiras enfrentam frequentemente a questão operacional entre captação directa via balcão bancário ou distribuição através de intermediários de crédito. Não existe um modelo único ideal, sendo essencial avaliar eficiência, custo de aquisição e taxa de conversão por canal. A simulação direta no banco continua a ser um ponto de entrada relevante, especialmente em base de clientes existente. No entanto, a dependência exclusiva de um único canal limita a visão competitiva do mercado e reduz a capacidade de benchmark de condições. Indicadores como taxa de juro efectiva, estrutura de seguros associados, prazo médio e sobretudo o MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor) são determinantes na avaliação comparativa entre originação direta e intermediação. Vantagens do modelo de intermediação O recurso a intermediários de crédito permite às instituições financeiras ampliar a capacidade de distrib...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação - estes são os 6 passos a dar em caso de divórcio...

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Avançar para um  divórcio  onde o casal tem um  crédito habitação  em conjunto pode desencadear algumas questões, sobretudo a nível burocrático. Num país onde há aproximadamente 17 mil divórcios por ano, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), torna-se essencial saber o que fazer nestes casos. E é nesse sentido que a instituição financeira UCI Portugal sugere  seis passos  a dar para quem pretende divorciar-se em breve e tem um  crédito habitação  contratado em conjunto. Decidir o que fazer com o imóvel : as opções mais comuns são a sua venda ou passar a sua propriedade e titularidade do crédito habitação apenas para um dos titulares. Em caso de venda imediata : aqui deve-se tentar que o valor da venda permita liquidar o crédito habitação e, se houver mais-valias, o valor é dividido por ambos os elementos do casal.  Em caso de o imóvel ficar só para uma das pessoas : nessa situação haverá lugar a partilhas e, provav...

CRÉDITO & SEGUROS: A sua prestação da casa vai voltar a subir?

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A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação subiu em março de 2026 para 3,088%, interrompendo um ciclo de descidas que se prolongava há mais de dois anos, desde Janeiro de 2024, segundo dados divulgados esta Terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Face a Fevereiro (3,079%), a subida é ligeira – 0,9 pontos base -, mas marca um ponto simbólico no comportamento do crédito à habitação. Depois de 25 meses de sucessivas descidas, o indicador volta a subir, ainda que de forma residual. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a tendência é inversa: a taxa recuou para 2,830%, menos 4,1 pontos base face ao mês anterior. O que muda para quem já tem crédito habitação? Por agora, muda pouco para quem tem crédito habitação, mas pode começar a notar-se na margem. A prestação média subiu em Março para 402 euros, mais 5 euros do que no mês anterior e quatro euros acima de março de 2025. Não é uma quebra de orçamento por si só, mas é mais elemento a pesar. E ...

CRÉDITO & SEGUROS: Taxa da habitação sobe para 3,088% em Março...

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A taxa de juro implícita no crédito à habitação subiu para 3,088% em Março de 2026, registando a primeira subida desde Janeiro de 2024, segundo dados divulgados pelo INE, Instituto Nacional de Estatística. O aumento foi de 0,9 pontos base face a Fevereiro, quando a taxa se situava nos 3,079%. Em sentido contrário, nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa desceu para 2,830%, menos 4,1 pontos base do que no mês anterior. A prestação média mensal fixou-se em 402 euros, mais 5 euros do que em Fevereiro e mais 4 euros em termos homólogos. Do total da prestação, 48,8% correspondeu a juros e 51,2% a capital amortizado. Nos contratos mais recentes, a prestação média subiu para 700 euros, representando um aumento de 15,9% face a Março de 2025. Já o capital médio em dívida aumentou 584 euros em Março, atingindo os 77.078 euros no conjunto dos contratos. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio em dívida situou-se nos 175.838 euros. Os dados indicam uma ligeir...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito à medida: a importância da personalização...

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O sector da intermediação de crédito tem vindo a ganhar relevância num contexto económico cada vez mais exigente e competitivo. Mais do que uma actividade de ligação entre clientes e instituições financeiras, assume hoje um papel consultivo, onde a capacidade de análise, aconselhamento e personalização se tornou determinante. O novo posicionamento do intermediário de crédito A evolução do mercado alterou profundamente o papel do intermediário. O cliente está mais informado, mais exigente e mais sensível ao impacto das suas decisões financeiras. Isto obriga a uma mudança clara de abordagem: de executor de processos para consultor de decisão. Neste novo contexto, o intermediário distingue-se pela capacidade de: - Interpretar realidades financeiras complexas; -  Simplificar opções e cenários de crédito; -  Acompanhar o cliente ao longo de todo o processo; -  Gerar confiança através da consistência do aconselhamento. Personalização como factor de diferenciação real Num mercad...