Mensagens

CRÉDITO & SEGUROS: Não residentes pagam mais IMT e contratam menos crédito habitação...

Imagem
O pacote fiscal da habitação do Governo trouxe mais um travão à compra de casas por não residentes em Portugal. Agora, os estrangeiros e emigrantes portugueses que adquirem uma habitação no país têm de pagar uma taxa única de IMT de 7,5% ao invés das taxas regulares que variam consoante o preço da casa, acabando por lhes sair mais caro. Esta medida, que entrou em vigor no dia 25 de Maio, já pode estar a ter impacto no mercado residencial. Os dados do Idealista revelam que a contratação de novos créditos habitação por não residentes caiu para 9,7% do total no segundo trimestre de 2026, menos 7,1 pontos percentuais face há um ano. Não residentes pagam mais imposto na habitação – aquisições continuam a cair Uma das primeiras medidas que entrou em vigor pouco tempo depois de o pacote fiscal na habitação ter sido publicado em Diário da República a 20 de Maio, foi a taxa única de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) de 7,5% destinada a não residentes que comprem ...

CRÉDITO & SEGUROS: Comprar casa em Portugal com crédito: guia para estrangeiros...

Imagem
Comprar casa em Portugal continua a estar nos planos de muitos estrangeiros, sejam residentes, investidores ou famílias que procuram uma nova vida no país. Mas uma das dúvidas mais comuns surge logo no início do processo: é possível obter crédito habitação em Portugal sendo estrangeiro? A resposta é sim. Os bancos portugueses concedem financiamento tanto a cidadãos estrangeiros residentes como a não residentes. No entanto, as condições variam consoante o estatuto fiscal do comprador, o país onde reside, o perfil de rendimentos e a política de risco de cada banco.  “Há ainda muitos compradores internacionais que chegam a Portugal sem saber exactamente como funciona o financiamento bancário. A boa notícia é que o crédito é possível, mas é fundamental perceber desde cedo quais são os requisitos e preparar o processo com antecedência”, começa por explicar Marta Salgado, diretora de Vendas da Athena Advisers Portugal. Residentes e não residentes: quais são as diferenças? Para estrangeir...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação - pedi o mesmo que um colega mas pago mais, porquê?

Imagem
As taxas Euribor têm vindo a aumentar nos últimos tempos, na sequência da subida das taxas de juro diretoras por parte do Banco Central Europeu (BCE), o que está a ter impacto nos contratos de crédito habitação, ou seja, nas prestações a pagar ao banco todos os meses pelo empréstimo contraído para a compra da casa. Mas esta é uma despesa que está a afectar todos os mutuários da mesma maneira? Depende, entre outras coisas, do tipo de taxa associado ao seu financiamento: variável, fixa ou mista. Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana. Caso prático: Tenho muita dificuldade em perceber a questão do aumento das prestações do crédito habitação. Um colega de trabalho tem um contrato de crédito no mesmo banco que nós e pediu o mesmo valor emprestado, mas paga um valor diferente. Não conheço mais detalhes do contrato dele, porém fico sempre a pensar que há algo errado com as minhas prestações, que são mais altas. Podem esclarecer-me? Resposta: A sua dúvida é muito pertinente e c...

CRÉDITO & SEGUROS: Taxa fixa, variável ou mista - qual escolher?

Imagem
O que distingue cada taxa no crédito habitação? Ao contratar um crédito habitação, uma das decisões mais importantes passa por escolher entre taxa fixa, taxa variável ou taxa mista. Esta escolha influencia o valor da prestação mensal, o impacto das oscilações dos juros e o custo total do empréstimo ao longo dos anos. Cada modalidade apresenta características próprias e pode ser mais vantajosa consoante o perfil financeiro do cliente, a evolução da Euribor e os objectivos definidos para o financiamento da casa. Taxa fixa, variável e mista: quais as diferenças? A taxa fixa mantém a prestação igual durante todo o contrato, independentemente da evolução das taxas de juro. Esta opção oferece previsibilidade e maior facilidade na gestão do orçamento familiar, embora, na maioria das situações, apresente uma taxa inicial mais elevada e não beneficie de eventuais descidas da Euribor. Já a taxa variável está indexada à Euribor, sendo revista normalmente a três, seis ou doze meses. Sempre que est...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação - 10 perguntas para perceber as novas regras...

Imagem
Quem está a pensar comprar casa encontra agora regras diferentes na avaliação do crédito à habitação. O Banco de Portugal (BdP) reviu a recomendação macroprudencial dirigida aos bancos, alterando critérios como a taxa de esforço, os prazos máximos dos empréstimos e algumas regras de concessão de financiamento. Estas orientações não definem direitos dos clientes nem impedem automaticamente a aprovação de um crédito, mas estabelecem os critérios prudenciais que as instituições financeiras devem seguir quando avaliam a capacidade de pagamento dos mutuários. Eis as respostas às principais dúvidas. 1. A quem se aplicam estas regras? A recomendação dirige-se às instituições de crédito e sociedades financeiras autorizadas a conceder crédito em Portugal. Na prática, estabelece as regras que os bancos devem seguir quando analisam um pedido de financiamento, tanto para crédito à habitação como para outras modalidades de crédito. 2. Quais são as principais alterações? O Banco de Portugal introduz...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação - que novas regras entram em vigor a partir de Agosto?

Imagem
O novo documento define os critérios mínimos a que os bancos têm de atender quando avaliam a capacidade de um cliente para pagar um empréstimo antes da aprovação do financiamento. Eis o que muda a partir de Agosto: A quem se aplicam estas regras? A recomendação do BdP dirige-se a todas as instituições de crédito e sociedades financeiras com sede ou sucursal em Portugal, devendo ser seguida pelas entidades autorizadas pelo supervisor bancário a conceder crédito no país. As instituições devem aplicar critérios de gestão de risco adequados em todas as operações de crédito e, de acordo com a recomendação, têm de assegurar que dispõem dos meios adequados para implementar as orientações. Quais são as principais alterações? O BdP fez quatro alterações principais à recomendação de 2018. A primeira diz respeito à percentagem do rendimento líquido mensal que um cliente pode alocar ao pagamento das prestações, que baixa de 50% para 45%. O período máximo para o pagamento das prestações passa a ser...

CRÉDITO & SEGUROS: Intermediário de crédito - a escolha que pode fazê-lo poupar...

Imagem
Quando chega o momento de contratar um empréstimo, sobretudo um crédito à habitação, recorrer a um intermediário de crédito pode ser uma solução vantajosa. Além de simplificar o processo, ajuda a encontrar melhores condições e pode gerar poupanças significativas, sem custos directos para o cliente. O que faz um intermediário de crédito? Um intermediário de crédito actua como ponte entre o cliente e as instituições financeiras. Em vez de o consumidor ter de contactar vários bancos, comparar propostas e negociar condições individualmente, o intermediário faz esse trabalho por si. Com conhecimento aprofundado do mercado e acesso a múltiplas entidades bancárias, consegue identificar as soluções mais adequadas ao perfil e às necessidades de cada cliente. Porque é que não paga pelo serviço? Uma das maiores vantagens da intermediação de crédito é que o cliente não suporta custos diretos pelo serviço prestado. Os intermediários de crédito autorizados são remunerados pelas instituições financei...