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CRÉDITO & SEGUROS: Quanto dinheiro posso depositar no banco sem justificar em Portugal?

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Guardar dinheiro em casa continua a ser comum para alguns portugueses, sobretudo quando se falamos de poupanças acumuladas ao longo dos anos. No entanto, quando chega o momento de depositar esse dinheiro numa conta bancária , podem surgir questões.  Quanto dinheiro posso depositar no banco sem justificar ? O banco pode perguntar de onde vem o dinheiro? Será necessário comunicar o depósito às Finanças ? Vejamos se existe um limite que impeça os particulares de depositar dinheiro nas suas contas bancárias. Quanto dinheiro posso depositar no banco sem justificar? Em Portugal, não existe um limite máximo para os depósitos bancários , o que significa que pode colocar na sua conta tanto pequenas poupanças como quantias mais elevadas. Por exemplo, pode depositar 500, 5.000 ou 20.000 euros , desde que o dinheiro tenha uma origem legítima. No entanto, dependendo do valor e das características da operação, a entidade bancária poderá solicitar documentos que comprovem de onde veio essa quant...

CRÉDITO & SEGUROS: Consolidação de créditos - o que é e que vantagens (ou não) pode ter?

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A inflação não está a dar tréguas, levando o Banco Central Europeu (BCE) a aumentar as respectivas taxas de juro diretoras. Um cenário que está a levar à subida das taxas Euribor e, consequentemente, das prestações do crédito habitação. E são muitas as famílias que acumulam esta despesa a mensalidades de outros empréstimos, nomeadamente pessoais, devido ao aumento do custo de vida. Será, tendo em conta este enquadramento, que a consolidação de créditos é uma opção a ter em conta? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana. Caso prático: Temos vários créditos contraídos, nomeadamente habitação, dois pessoais e o cartão de crédito. O valor total das prestações destes empréstimos começa a ser muito pesado e o seu pagamento tem sido cada vez mais difícil de cumprir. Falaram-nos na consolidação de créditos, mas tenho pouca informação sobre este procedimento, sobretudos sobre vantagens e cuidados a ter. Podem ajudar-nos? Resposta: A consolidação de créditos deve ser, sempre, uma ...

CRÉDITO & SEGUROS: Hipoteca - a casa é do banco enquanto paga o crédito?

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Quando um banco empresta dinheiro para a compra de uma casa, é habitual pedir uma garantia: se o empréstimo não for pago, o imóvel poderá responder pela dívida. Essa garantia chama-se hipoteca. Mas ter uma casa hipotecada não significa que a casa pertença ao banco. O comprador é o proprietário e pode habitá-la, arrendá-la ou até vendê-la, embora algumas dessas decisões exijam procedimentos adicionais. A palavra “hipoteca” é conhecida de quase todas as pessoas que contrataram um crédito à habitação. O seu significado e as suas consequências, porém, nem sempre são tão claros. O que é uma hipoteca? A hipoteca é uma garantia real que recai sobre um bem, geralmente um imóvel. No crédito à habitação, permite ao banco reduzir o risco de emprestar dinheiro, porque lhe atribui o direito de ser pago pelo valor da casa no caso de o devedor deixar de cumprir o contrato. De acordo com o artigo 686.º do Código Civil, a hipoteca confere ao credor o direito de ser pago pelo valor de determinados bens ...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação em casal - o que acontece se um deixar de pagar?

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Compraram a casa juntos e dividiram a prestação durante anos. Um dia, um deixa de pagar. O banco pode exigir ao outro a mensalidade completa? Na maioria dos contratos de crédito habitação, pode. Quando duas pessoas assinam o empréstimo como mutuárias, é habitual assumirem responsabilidade solidária. Isto significa que cada uma poderá responder pela totalidade da dívida. Imagine-se que a prestação mensal é de 900 euros e que o casal acordou que cada um pagaria 450 euros. Se um deixar de transferir a sua parte, o outro terá de assegurar os 900 euros para evitar o incumprimento. O banco é alheio à forma como o casal decidiu dividir as despesas. Um acordo verbal ou escrito segundo o qual cada um suporta metade da prestação poderá ser relevante entre os dois, mas não altera o contrato de crédito. Quando existe responsabilidade solidária, a instituição bancária pode exigir a prestação completa a qualquer um dos mutuários, sem ter de cobrar previamente metade a cada um, explica uma especialis...

CRÉDITO & SEGUROS: Prestação da casa volta a subir - veja quanto pode pagar a mais...

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Setembro traz um novo aumento da prestação da casa para as famílias com crédito à habitação a taxa variável e contratos revistos este mês. A subida das Euribor vai traduzir-se em mais 23 a 70 euros por mês, consoante o prazo do indexante, considerando um empréstimo de 150 mil euros a 30 anos e um spread de 1%. O maior aumento verifica-se nos contratos associados à Euribor a 12 meses. Neste caso, a prestação passa para cerca de 711 euros, mais 70 euros do que o valor pago ao longo do último ano. Nos empréstimos indexados à Euribor a seis meses, a mensalidade sobe cerca de 47 euros, para mais de 691 euros. Já quem tem o crédito associado à Euribor a três meses enfrenta um acréscimo de aproximadamente 23 euros, passando a pagar mais de 674 euros. Porque está a prestação da casa a subir? A explicação está na evolução das taxas Euribor, que voltaram a aumentar nos últimos meses, reflectindo a mudança das expectativas em relação às taxas de juro na zona euro. A escalada do conflito no Médio ...

CRÉDITO & SEGUROS: Não residentes pagam mais IMT e contratam menos crédito habitação...

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O pacote fiscal da habitação do Governo trouxe mais um travão à compra de casas por não residentes em Portugal. Agora, os estrangeiros e emigrantes portugueses que adquirem uma habitação no país têm de pagar uma taxa única de IMT de 7,5% ao invés das taxas regulares que variam consoante o preço da casa, acabando por lhes sair mais caro. Esta medida, que entrou em vigor no dia 25 de Maio, já pode estar a ter impacto no mercado residencial. Os dados do Idealista revelam que a contratação de novos créditos habitação por não residentes caiu para 9,7% do total no segundo trimestre de 2026, menos 7,1 pontos percentuais face há um ano. Não residentes pagam mais imposto na habitação – aquisições continuam a cair Uma das primeiras medidas que entrou em vigor pouco tempo depois de o pacote fiscal na habitação ter sido publicado em Diário da República a 20 de Maio, foi a taxa única de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) de 7,5% destinada a não residentes que comprem ...