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CRÉDITO & SEGUROS: O salário encolheu? Guia prático para fazer o dinheiro “esticar”...

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Há uma frase que se tornou demasiado comum nas conversas entre amigos: “O dinheiro já não chega ao fim do mês como antes“. E não é apenas uma opinião pessimista. É a realidade dos números. Quando a tensão no Médio Oriente é passageira frequente ao atestarmos o carro e o comboio de tempestades transforma a courgette num artigo de luxo, percebemos que o nosso orçamento está refém de factores que não controlamos. Segundo dados da Centromarca, o peso das compras de supermercado no orçamento familiar dos portugueses aumentou cerca de 486 euros entre 2019 e 2025. Passámos de gastar 1.700 euros por ano em bens essenciais para mais de 2.190 euros. O resultado? Estamos a fazer compras mais pequenas, mais frequentes, ajustadas a um cenário de maior incerteza e de preços mais altos. Mas a boa notícia é que a poupança não está apenas nos grandes cortes, mas na soma de pequenas decisões inteligentes. Vamos passar o orçamento a pente fino e tentar esticar o salário? 1. Energia: Pare de alimentar ...

CRÉDITO & SEGUROS: BdP quer reduzir taxa de esforço no crédito à habitação...

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O objectivo desta medida é manter estabilidade financeira e evitar problemas, numa fase em que os preços das casas continuam a subir e que se mantém a possibilidade de subida nas taxas de juro, segundo a SIC Notícias. A taxa de esforço (conhecida como DSTI, que mede o peso de todos os encargos mensais com dívidas e empréstimos no rendimento líquido) máxima a cumprir pelas famílias encontra-se, neste momento, em 50% . Assim, e para terem novos créditos, os clientes não podem ultrapassar esse limite. Como exemplo pode referir-se uma família com rendimentos líquidos de 2.000 euros podia – até agora, podia suportar uma prestação máxima de 1.000 euros. No entanto, e caso a taxa de esforço passe para 40%, só poderá passar a pagar 800 euros. De acordo com dados do BdP, no ano passado, a maior parte dos novos créditos (94%) tinham taxas de esforço iguais ou superiores a 50% - desta maneira, com as novas regras, clientes que até agora tinham acesso a crédito, poderão ficar de fora. Precis...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor sobe a três, seis e 12 meses

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Euribor sobe nos três principais prazos A taxa Euribor subiu esta segunda-feira a três, seis e 12 meses, face à última sexta-feira, numa semana mais curta e durante a qual se realiza a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), em Frankfurt. Com estas alterações, a Euribor a três meses avançou para 2,170%, mantendo-se abaixo das taxas a seis meses (2,465%) e a 12 meses (2,763%). A evolução da Euribor reflete-se diretamente no mercado de crédito habitação em Portugal, sobretudo nos contratos com taxa variável, onde estas taxas são determinantes para o cálculo das prestações. Euribor a seis meses mantém maior peso em Portugal A Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu para 2,465%, mais 0,006 pontos do que na sexta-feira. Segundo dados do Banco de Portugal relativos a fevereiro, a Euribor a seis meses representava 39,18% do stock de empréstimos para habitação própria permanen...

CRÉDITO & SEGUROS: Seguro da casa vai deixar de ser opcional...

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O Governo quer tornar obrigatório o seguro contra riscos de catástrofes naturais e sísmicas para habitações, e também para instalações de empresas, no âmbito do novo Plano de Transformação, Recuperação e Resiliência ( PTRR ). O pacote de medidas, apresentado esta terça-feira pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, inclui ainda a criação de um Fundo de Catástrofes e um mecanismo de solidariedade para apoiar famílias com menores rendimentos. A iniciativa surge num contexto em que os riscos associados a fenómenos extremos estão a aumentar e em que Portugal continua significativamente exposto, não apenas do ponto de vista climático, mas também sísmico, sem que exista uma cobertura generalizada do parque habitacional. Por isso, esta medida deverá ter impacto direto no setor segurador, mas também nos orçamentos das famílias. Em Portugal, cerca de metade das habitações não tem qualquer tipo de seguro e menos de 20% contam com cobertura sísmica. Seguro da casa obrigatório com apoio para vulne...

CRÉDITO & SEGUROS: BdP quer banca a avaliar riscos geopolíticos nos créditos (habitação)...

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O Banco de Portugal (BdP) quer que as instituições financeiras avaliem o impacto de factores externos, como os  geopolíticos,  numa eventual deterioração do risco no reembolso de créditos, de acordo com um comunicado, divulgado na passada Sexta-feira (dia 24 de Abril). Nesta nota, o BdP deu conta das suas prioridades de supervisão microprudencial para este ano, que passam por robustecer tanto “a  resiliência financeira dos bancos  perante choques adversos de natureza geopolítica e a incerteza macroeconómica” como a resiliência operacional e reforço das estratégias de digitalização. Entre os destaques no âmbito destas prioridades, o BdP aponta que as instituições “devem dispor de um quadro de monitorização do  risco de crédito  robusto e eficaz, que permita que todas as posições em risco de crédito sejam periodicamente seguidas e avaliadas ao longo do seu ciclo de vida”. Isto inclui a “sensibilidade dos mutuários a fatores externos que possam afetar a s...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor e juros da casa a subir? A importância de renegociar o spread...

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Quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa e tem o respectivo  crédito habitação  indexado à taxa  Euribor  variável pode ver a prestação da casa subir na próxima revisão do contrato. Um cenário que ganha força com o prolongar do conflito no Médio Oriente, que ameaça voltar a fazer aumentar a inflação e consequentemente as taxas de juro de referência do Banco Central Europeu ( BCE ), o que terá impacto, por sua vez, nas taxas Euribor e nos créditos habitação. Renegociar o  spread  pode ser, então, uma opção a ter em conta. Mas será que é possível? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana. Caso prático: Voltamos a ouvir falar da movimentação, para cima, como sempre, das taxas de juro, que impactam, e muito, na prestação mensal do crédito habitação, e consequentemente no orçamento familiar. Além desta questão, também o agravamento do spread tem sido noticiado. Ora, embora estivesse decidido a iniciar um pedido de crédito para comp...

CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação - banca avalia m2 em novo máximo de 2.151 euros...

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A avaliação bancária da casa   é um dos passos essenciais na hora de pedir  crédito habitação , pois define o montante a emprestar (geralmente é o menor entre o preço da casa e o valor da avaliação). O que se tem sentido em Portugal é que a banca tem valorizado cada vez mais o metro quadrado (m2) da habitação, atingido novos máximos mês após mês. Março foi mais um mês de recordes, com o valor mediano da  avaliação bancária na habitação  a atingir os 2.151 euros por metro quadrado (euros/m2). “Em Março, o valor mediano de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de  crédito para a aquisição de habitação , fixou-se em 2.151 euros/m2, tendo aumentado 29 euros (1,4%) relativamente a Fevereiro”, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE) no boletim divulgado na passada Segunda-feira, dia 27 de Abril. Este é o sexto mês seguido que o m2 vale mais de 2.000 euros para a banca. A nível geográfico, foi a Região Autónoma da Madeira apresentou o aumento mais...