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CRÉDITO & SEGUROS: Taxa de Juro implícita no crédito à habitação desce para 3,077% em Abril...

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A taxa de juro implícita do conjunto dos contratos de crédito à habitação subiu para 3,077% em Abril, abaixo dos 3,088% de Março e dos 3,663% de Abril de 2025, divulgou hoje o INE em comunicado. A prestação média de todos os contratos em vigor fixou-se em 404 euros em Abril, dois euros acima de Março e mais oito euros que em Abril de 2025. Em Abril, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a parte relativa a pagamento de juros representou 48,8% da prestação média (197 euros) e o capital representou 51,2% (207 euros). Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 2,830% em Março para 2,833% em Abril. O valor médio da prestação aumentou dois euros para 702 euros, verificando-se uma subida de 13,0% em termos homólogos. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 536 euros, atingindo os 77.614 euros. Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio em dívida foi de 177.057 euros, mais 1.219 euros...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor diverge entre prazos em baixa...

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Euribor desce a três e 12 meses A taxa Euribor voltou a registar movimentos distintos entre prazos, com descidas a três e a 12 meses e uma subida a seis meses, reforçando a volatilidade das taxas Euribor no mercado interbancário. A Euribor a três meses recuou para 2,232%, mantendo-se abaixo das restantes taxas Euribor. Já a Euribor a 12 meses desceu para 2,815%, prolongando a tendência de ajustamento em baixa neste prazo mais longo. Estes movimentos mostram que a evolução da Euribor continua a ser marcada por oscilações entre maturidades, com impacto direto nos créditos à habitação com taxa variável indexados à Euribor. Subida a seis meses no crédito habitação No prazo de seis meses, a Euribor subiu para 2,562%, tornando-se novamente um dos indicadores mais relevantes da Euribor no crédito à habitação em Portugal. Desde Janeiro de 2024, a Euribor a seis meses é a mais utilizada nos contratos de crédito à habitação com taxa variável, o que faz com que a evolução da Euribor neste prazo t...

CRÉDITO & SEGUROS: O salário encolheu? Guia prático para fazer o dinheiro “esticar”...

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Há uma frase que se tornou demasiado comum nas conversas entre amigos: “O dinheiro já não chega ao fim do mês como antes“. E não é apenas uma opinião pessimista. É a realidade dos números. Quando a tensão no Médio Oriente é passageira frequente ao atestarmos o carro e o comboio de tempestades transforma a courgette num artigo de luxo, percebemos que o nosso orçamento está refém de factores que não controlamos. Segundo dados da Centromarca, o peso das compras de supermercado no orçamento familiar dos portugueses aumentou cerca de 486 euros entre 2019 e 2025. Passámos de gastar 1.700 euros por ano em bens essenciais para mais de 2.190 euros. O resultado? Estamos a fazer compras mais pequenas, mais frequentes, ajustadas a um cenário de maior incerteza e de preços mais altos. Mas a boa notícia é que a poupança não está apenas nos grandes cortes, mas na soma de pequenas decisões inteligentes. Vamos passar o orçamento a pente fino e tentar esticar o salário? 1. Energia: Pare de alimentar ...

CRÉDITO & SEGUROS: BdP quer reduzir taxa de esforço no crédito à habitação...

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O objectivo desta medida é manter estabilidade financeira e evitar problemas, numa fase em que os preços das casas continuam a subir e que se mantém a possibilidade de subida nas taxas de juro, segundo a SIC Notícias. A taxa de esforço (conhecida como DSTI, que mede o peso de todos os encargos mensais com dívidas e empréstimos no rendimento líquido) máxima a cumprir pelas famílias encontra-se, neste momento, em 50% . Assim, e para terem novos créditos, os clientes não podem ultrapassar esse limite. Como exemplo pode referir-se uma família com rendimentos líquidos de 2.000 euros podia – até agora, podia suportar uma prestação máxima de 1.000 euros. No entanto, e caso a taxa de esforço passe para 40%, só poderá passar a pagar 800 euros. De acordo com dados do BdP, no ano passado, a maior parte dos novos créditos (94%) tinham taxas de esforço iguais ou superiores a 50% - desta maneira, com as novas regras, clientes que até agora tinham acesso a crédito, poderão ficar de fora. Precis...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor sobe a três, seis e 12 meses

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Euribor sobe nos três principais prazos A taxa Euribor subiu esta segunda-feira a três, seis e 12 meses, face à última sexta-feira, numa semana mais curta e durante a qual se realiza a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), em Frankfurt. Com estas alterações, a Euribor a três meses avançou para 2,170%, mantendo-se abaixo das taxas a seis meses (2,465%) e a 12 meses (2,763%). A evolução da Euribor reflete-se diretamente no mercado de crédito habitação em Portugal, sobretudo nos contratos com taxa variável, onde estas taxas são determinantes para o cálculo das prestações. Euribor a seis meses mantém maior peso em Portugal A Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu para 2,465%, mais 0,006 pontos do que na sexta-feira. Segundo dados do Banco de Portugal relativos a fevereiro, a Euribor a seis meses representava 39,18% do stock de empréstimos para habitação própria permanen...

CRÉDITO & SEGUROS: Seguro da casa vai deixar de ser opcional...

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O Governo quer tornar obrigatório o seguro contra riscos de catástrofes naturais e sísmicas para habitações, e também para instalações de empresas, no âmbito do novo Plano de Transformação, Recuperação e Resiliência ( PTRR ). O pacote de medidas, apresentado esta terça-feira pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, inclui ainda a criação de um Fundo de Catástrofes e um mecanismo de solidariedade para apoiar famílias com menores rendimentos. A iniciativa surge num contexto em que os riscos associados a fenómenos extremos estão a aumentar e em que Portugal continua significativamente exposto, não apenas do ponto de vista climático, mas também sísmico, sem que exista uma cobertura generalizada do parque habitacional. Por isso, esta medida deverá ter impacto direto no setor segurador, mas também nos orçamentos das famílias. Em Portugal, cerca de metade das habitações não tem qualquer tipo de seguro e menos de 20% contam com cobertura sísmica. Seguro da casa obrigatório com apoio para vulne...

CRÉDITO & SEGUROS: BdP quer banca a avaliar riscos geopolíticos nos créditos (habitação)...

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O Banco de Portugal (BdP) quer que as instituições financeiras avaliem o impacto de factores externos, como os  geopolíticos,  numa eventual deterioração do risco no reembolso de créditos, de acordo com um comunicado, divulgado na passada Sexta-feira (dia 24 de Abril). Nesta nota, o BdP deu conta das suas prioridades de supervisão microprudencial para este ano, que passam por robustecer tanto “a  resiliência financeira dos bancos  perante choques adversos de natureza geopolítica e a incerteza macroeconómica” como a resiliência operacional e reforço das estratégias de digitalização. Entre os destaques no âmbito destas prioridades, o BdP aponta que as instituições “devem dispor de um quadro de monitorização do  risco de crédito  robusto e eficaz, que permita que todas as posições em risco de crédito sejam periodicamente seguidas e avaliadas ao longo do seu ciclo de vida”. Isto inclui a “sensibilidade dos mutuários a fatores externos que possam afetar a s...