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CRÉDITO & SEGUROS: Crédito habitação mais caro - renegociar o contrato é boa opção?

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O crédito habitação em Portugal está na ordem do dia, desde logo pelo facto do Banco de Portugal (BdP) ter anunciado que vai propor a diminuição da taxa de esforço de 50% para 45% no conjunto de empréstimos bancários. Paralelamente, muitos analistas antecipam um aumento das taxas de juro directoras por parte do Banco Central Europeu (BCE) na reunião de dia 11 de Junho, o que, a acontecer, fará aumentar as taxas Euribor e, por sua vez, a prestação a pagar ao banco pelo empréstimo da casa. Será, então, que renegociar o crédito habitação neste momento é boa opção? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana. Caso prático: Temos cada vez mais notícias que apontam para subidas das taxas de juro do crédito habitação. Fiz um crédito há cinco anos com regime de taxa de juro mista. Durantes os dois primeiros anos, a taxa foi fixa, mas agora já e variável, deixando-me, portanto, preocupada. E se vem aí uma subida significativa nas taxas Euribor? Não conseguirei pagar a prestação! O ...

CRÉDITO & SEGUROS: Prestação da casa volta a subir nos empréstimos com Euribor a 3, 6 e 12 meses...

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A prestação da casa vai subir em Junho para créditos com taxa variável a três meses, seis meses e 12 meses, segundo adiantou uma empresa especialista. As simulações baseiam-se num cenário com um financiamento de 150.000 euros a 30 anos e um 'spread' (margem de lucro comercial) de 1%. Baseando-se nestas condições, os contratos que mais sobem são a 12 meses, que passam a pagar ao banco 699,28 euros, mais 60,30 euros face à última revisão, de Junho de 2025. Os contratos com Euribor a seis meses sobem 33,53 euros, face a Dezembro, para 676,58 euros. A três meses passam a pagar mais 17,54 euros, em relação a Março , com a prestação a atingir 650,84 euros. A média mensal da Euribor subiu, de novo, nos três prazos em maio, mas de forma menos acentuada do que em Abril. Em Maio, a média mensal da Euribor subiu 0,051 pontos para 2,226% a três meses. A seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,082 pontos para 2,536% e 0,057 pontos para 2,804%, respectivamente. Dados do Banco de Port...

CRÉDITO & SEGUROS: Spread no crédito habitação caiu 70% na última década – porquê?

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Monitorizar a fixação de preços no crédito habitação é uma das prioridades do Banco de Portugal (BdP) para o triénio 2026-2028. E, neste sentido, o regulador avançou com auditorias especiais a vários bancos do país. A conclusão é clara: o spread dos empréstimos da casa caiu 70% nos últimos dez anos, com a grande maioria dos contratos a ter spreads inferiores a 1%. “Na última década, os spreads dos novos contratos de crédito habitação indexados à Euribor diminuíram. Em 2024, o spread médio ponderado destes novos contratos situou-se em 0,89 p.p. [pontos percentuais], face a 2,98 p.p em 2014”, conclui o BdP no Relatório de Estabilidade Financeira publicado na passada Quarta-feira, dia 27 de Maio. Isto quer dizer que o spread – que é a margem de lucro dos bancos – caiu 70% em dez anos para cerca de um terço. Nos novos créditos habitação a taxa variável ou mista assinados na primeira metade de 2024, cerca de 90% do montante concedido tinha um spread inferior a 1%. Só 8,5% destes cont...

CRÉDITO & SEGUROS: Avaliação bancária da habitação sobe 16,5% em Abril para 2.174 €/m2 - INE...

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O valor mediano de avaliação bancária da habitação em Portugal fixou-se em 2.174 euros por metro quadrado em Abril de 2026, mais 23 euros do que em Março e 16,5% acima do registado no mesmo mês do ano anterior, de acordo com os dados do INE. Foram consideradas cerca de 34.500 avaliações no apuramento, mais 5% que no mês anterior. Regiões A Grande Lisboa continua a liderar os valores mais elevados do país, com apartamentos avaliados em 3.352 euros/m² e moradias em 2.843 euros/m². O Algarve surge em segundo lugar, com 2.910 euros/m² nos apartamentos e 2.667 euros/m² nas moradias. No extremo oposto, o Alentejo e as regiões do interior — como Terras de Trás-os-Montes e Beiras e Serra da Estrela — registam os valores mais baixos, chegando a ficar 52% abaixo da mediana nacional. Nos apartamentos, o valor mediano subiu para 2.546 euros/m², um crescimento homólogo de 21%. Os T1 são os mais valorizados, com uma avaliação mediana de 3.239 euros/m², seguidos dos T2 (2.615 euros/m²) e T3 (2.199 eu...

CRÉDITO & SEGUROS: Taxa de esforço no crédito habitação desce para 45%...

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Banco de Portugal endurece crédito habitação A taxa de esforço no crédito habitação deverá recuar de 50% para 45%, segundo a nova orientação do Banco de Portugal (BdP), que já começou a comunicar a medida aos bancos. Esta alteração no crédito habitação pretende reforçar os critérios de concessão e evitar o aumento do endividamento das famílias. A taxa de esforço no crédito habitação, que mede o peso das prestações no rendimento líquido, será assim mais exigente. Com esta mudança no crédito habitação, uma família com rendimento de 2.000 euros passa a ter um limite de encargos de 900 euros, em vez dos 1.000 euros anteriores. O BdP mantém, ainda assim, excepções que permitem aos bancos ultrapassar a taxa de esforço no crédito habitação em situações justificadas, podendo chegar até aos 60% mediante aprovação do supervisor. Impacto no acesso ao crédito habitação A redução da taxa de esforço no crédito habitação deverá ter impacto na aprovação de novos financiamentos, embora mais limitado do...

CRÉDITO & SEGUROS: Taxa de Juro implícita no crédito à habitação desce para 3,077% em Abril...

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A taxa de juro implícita do conjunto dos contratos de crédito à habitação subiu para 3,077% em Abril, abaixo dos 3,088% de Março e dos 3,663% de Abril de 2025, divulgou hoje o INE em comunicado. A prestação média de todos os contratos em vigor fixou-se em 404 euros em Abril, dois euros acima de Março e mais oito euros que em Abril de 2025. Em Abril, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a parte relativa a pagamento de juros representou 48,8% da prestação média (197 euros) e o capital representou 51,2% (207 euros). Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 2,830% em Março para 2,833% em Abril. O valor médio da prestação aumentou dois euros para 702 euros, verificando-se uma subida de 13,0% em termos homólogos. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 536 euros, atingindo os 77.614 euros. Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio em dívida foi de 177.057 euros, mais 1.219 euros...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor diverge entre prazos em baixa...

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Euribor desce a três e 12 meses A taxa Euribor voltou a registar movimentos distintos entre prazos, com descidas a três e a 12 meses e uma subida a seis meses, reforçando a volatilidade das taxas Euribor no mercado interbancário. A Euribor a três meses recuou para 2,232%, mantendo-se abaixo das restantes taxas Euribor. Já a Euribor a 12 meses desceu para 2,815%, prolongando a tendência de ajustamento em baixa neste prazo mais longo. Estes movimentos mostram que a evolução da Euribor continua a ser marcada por oscilações entre maturidades, com impacto direto nos créditos à habitação com taxa variável indexados à Euribor. Subida a seis meses no crédito habitação No prazo de seis meses, a Euribor subiu para 2,562%, tornando-se novamente um dos indicadores mais relevantes da Euribor no crédito à habitação em Portugal. Desde Janeiro de 2024, a Euribor a seis meses é a mais utilizada nos contratos de crédito à habitação com taxa variável, o que faz com que a evolução da Euribor neste prazo t...