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CRÉDITO & SEGUROS: Avaliação bancária da habitação sobe 16,5% em Abril para 2.174 €/m2 - INE...

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O valor mediano de avaliação bancária da habitação em Portugal fixou-se em 2.174 euros por metro quadrado em Abril de 2026, mais 23 euros do que em Março e 16,5% acima do registado no mesmo mês do ano anterior, de acordo com os dados do INE. Foram consideradas cerca de 34.500 avaliações no apuramento, mais 5% que no mês anterior. Regiões A Grande Lisboa continua a liderar os valores mais elevados do país, com apartamentos avaliados em 3.352 euros/m² e moradias em 2.843 euros/m². O Algarve surge em segundo lugar, com 2.910 euros/m² nos apartamentos e 2.667 euros/m² nas moradias. No extremo oposto, o Alentejo e as regiões do interior — como Terras de Trás-os-Montes e Beiras e Serra da Estrela — registam os valores mais baixos, chegando a ficar 52% abaixo da mediana nacional. Nos apartamentos, o valor mediano subiu para 2.546 euros/m², um crescimento homólogo de 21%. Os T1 são os mais valorizados, com uma avaliação mediana de 3.239 euros/m², seguidos dos T2 (2.615 euros/m²) e T3 (2.199 eu...

CRÉDITO & SEGUROS: Taxa de esforço no crédito habitação desce para 45%...

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Banco de Portugal endurece crédito habitação A taxa de esforço no crédito habitação deverá recuar de 50% para 45%, segundo a nova orientação do Banco de Portugal (BdP), que já começou a comunicar a medida aos bancos. Esta alteração no crédito habitação pretende reforçar os critérios de concessão e evitar o aumento do endividamento das famílias. A taxa de esforço no crédito habitação, que mede o peso das prestações no rendimento líquido, será assim mais exigente. Com esta mudança no crédito habitação, uma família com rendimento de 2.000 euros passa a ter um limite de encargos de 900 euros, em vez dos 1.000 euros anteriores. O BdP mantém, ainda assim, excepções que permitem aos bancos ultrapassar a taxa de esforço no crédito habitação em situações justificadas, podendo chegar até aos 60% mediante aprovação do supervisor. Impacto no acesso ao crédito habitação A redução da taxa de esforço no crédito habitação deverá ter impacto na aprovação de novos financiamentos, embora mais limitado do...

CRÉDITO & SEGUROS: Taxa de Juro implícita no crédito à habitação desce para 3,077% em Abril...

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A taxa de juro implícita do conjunto dos contratos de crédito à habitação subiu para 3,077% em Abril, abaixo dos 3,088% de Março e dos 3,663% de Abril de 2025, divulgou hoje o INE em comunicado. A prestação média de todos os contratos em vigor fixou-se em 404 euros em Abril, dois euros acima de Março e mais oito euros que em Abril de 2025. Em Abril, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a parte relativa a pagamento de juros representou 48,8% da prestação média (197 euros) e o capital representou 51,2% (207 euros). Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 2,830% em Março para 2,833% em Abril. O valor médio da prestação aumentou dois euros para 702 euros, verificando-se uma subida de 13,0% em termos homólogos. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 536 euros, atingindo os 77.614 euros. Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio em dívida foi de 177.057 euros, mais 1.219 euros...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor diverge entre prazos em baixa...

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Euribor desce a três e 12 meses A taxa Euribor voltou a registar movimentos distintos entre prazos, com descidas a três e a 12 meses e uma subida a seis meses, reforçando a volatilidade das taxas Euribor no mercado interbancário. A Euribor a três meses recuou para 2,232%, mantendo-se abaixo das restantes taxas Euribor. Já a Euribor a 12 meses desceu para 2,815%, prolongando a tendência de ajustamento em baixa neste prazo mais longo. Estes movimentos mostram que a evolução da Euribor continua a ser marcada por oscilações entre maturidades, com impacto direto nos créditos à habitação com taxa variável indexados à Euribor. Subida a seis meses no crédito habitação No prazo de seis meses, a Euribor subiu para 2,562%, tornando-se novamente um dos indicadores mais relevantes da Euribor no crédito à habitação em Portugal. Desde Janeiro de 2024, a Euribor a seis meses é a mais utilizada nos contratos de crédito à habitação com taxa variável, o que faz com que a evolução da Euribor neste prazo t...

CRÉDITO & SEGUROS: O salário encolheu? Guia prático para fazer o dinheiro “esticar”...

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Há uma frase que se tornou demasiado comum nas conversas entre amigos: “O dinheiro já não chega ao fim do mês como antes“. E não é apenas uma opinião pessimista. É a realidade dos números. Quando a tensão no Médio Oriente é passageira frequente ao atestarmos o carro e o comboio de tempestades transforma a courgette num artigo de luxo, percebemos que o nosso orçamento está refém de factores que não controlamos. Segundo dados da Centromarca, o peso das compras de supermercado no orçamento familiar dos portugueses aumentou cerca de 486 euros entre 2019 e 2025. Passámos de gastar 1.700 euros por ano em bens essenciais para mais de 2.190 euros. O resultado? Estamos a fazer compras mais pequenas, mais frequentes, ajustadas a um cenário de maior incerteza e de preços mais altos. Mas a boa notícia é que a poupança não está apenas nos grandes cortes, mas na soma de pequenas decisões inteligentes. Vamos passar o orçamento a pente fino e tentar esticar o salário? 1. Energia: Pare de alimentar ...

CRÉDITO & SEGUROS: BdP quer reduzir taxa de esforço no crédito à habitação...

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O objectivo desta medida é manter estabilidade financeira e evitar problemas, numa fase em que os preços das casas continuam a subir e que se mantém a possibilidade de subida nas taxas de juro, segundo a SIC Notícias. A taxa de esforço (conhecida como DSTI, que mede o peso de todos os encargos mensais com dívidas e empréstimos no rendimento líquido) máxima a cumprir pelas famílias encontra-se, neste momento, em 50% . Assim, e para terem novos créditos, os clientes não podem ultrapassar esse limite. Como exemplo pode referir-se uma família com rendimentos líquidos de 2.000 euros podia – até agora, podia suportar uma prestação máxima de 1.000 euros. No entanto, e caso a taxa de esforço passe para 40%, só poderá passar a pagar 800 euros. De acordo com dados do BdP, no ano passado, a maior parte dos novos créditos (94%) tinham taxas de esforço iguais ou superiores a 50% - desta maneira, com as novas regras, clientes que até agora tinham acesso a crédito, poderão ficar de fora. Precis...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor sobe a três, seis e 12 meses

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Euribor sobe nos três principais prazos A taxa Euribor subiu esta segunda-feira a três, seis e 12 meses, face à última sexta-feira, numa semana mais curta e durante a qual se realiza a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), em Frankfurt. Com estas alterações, a Euribor a três meses avançou para 2,170%, mantendo-se abaixo das taxas a seis meses (2,465%) e a 12 meses (2,763%). A evolução da Euribor reflete-se diretamente no mercado de crédito habitação em Portugal, sobretudo nos contratos com taxa variável, onde estas taxas são determinantes para o cálculo das prestações. Euribor a seis meses mantém maior peso em Portugal A Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu para 2,465%, mais 0,006 pontos do que na sexta-feira. Segundo dados do Banco de Portugal relativos a fevereiro, a Euribor a seis meses representava 39,18% do stock de empréstimos para habitação própria permanen...