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CREDITO & SEGUROS: O que esperar da prestação da casa em Março?

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Tem crédito à habitação? Saiba o que acontece à sua prestação da casa no mês de março. A prestação vai subir em Março para créditos com taxa variável a seis meses e descer nos créditos com taxa a três e 12 meses, segundo informação. As simulações baseiam-se num cenário com um financiamento de 150.000 euros a 30 anos e um ‘spread’ (margem de lucro comercial) de 1%. Baseando-se nestas condições, um contrato de crédito com indexante de Euribor a 12 meses passa a pagar ao banco uma prestação de 650,42 euros em Março, menos 15,38 euros face ao valor pago desde a última revisão, em Março de 2025. No caso de um crédito indexado à Euribor a três meses, a prestação passará a 633,30 euros, menos 2,51 euros face à última revisão, em Dezembro. Já no crédito indexado à Euribor a seis meses a prestação aumenta. Um cliente com um crédito nas mesmas condições, mas tendo por referência a Euribor a seis meses vê a sua prestação subir para 644,11 euros, mais 4,89 euros em relação ao que pagava desde a úl...

CRÉDITO & SEGUROS: Taxas do crédito da casa sobem a 3 meses e descem a 6 meses...

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As taxas Euribor, que servem de base para o cálculo da prestação mensal da casa, subiram esta quinta-feira a três meses, desceram a seis e mantiveram-se a 12 meses em relação a quarta-feira. * A taxa Euribor a seis meses baixou para 2,137%, menos 0,004 pontos do que na quarta-feira. * No prazo de 12 meses, a taxa Euribor manteve-se hoje de novo em 2,198%, o mesmo valor da sessão anterior. * Já a Euribor a três meses avançou para 2,024%, mais 0,018 pontos. Em 05 de fevereiro, o BCE manteve as taxas diretoras, de novo, pela quinta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024. A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 18 e 19 de março em Frankfurt, Alemanha. Em relação à média mensal da Euribor em janeiro, esta baixou a três, a seis e a 12 meses, de forma mais acentuada no prazo mais longo. A média mensal da Euribor em janeiro desceu...

CRÉDITO & SEGUROS: Ajuda imediata ou dívida futura?

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As propostas financeiras criadas por vários bancos, para apoio aos efeitos do mau tempo assentam, na sua maioria, na contratação de novos empréstimos, que podem “agravar o endividamento das famílias”, alerta a Deco Proteste. Em comunicado, a organização explicou que, na sequência da tempestade Kristin e dos danos causados em habitações e bens essenciais, “analisou as propostas de apoio financeiro criadas por vários bancos para responder às necessidades imediatas das populações afectadas”. A principal conclusão da entidade é que “a maioria das soluções apresentadas assenta na contratação de novos empréstimos, o que pode agravar o endividamento das famílias num momento de especial fragilidade financeira”. De acordo com a análise da Deco Proteste, ainda que algumas instituições “apresentem condições temporariamente mais favoráveis, como isenção de comissões ou bonificação de taxas de juro por períodos limitados”, estas soluções acabam por se “traduzir em novos créditos que terão de ser re...

CRÉDITO & SEGUROS: Spread - como influencia o custo do crédito à habitação?

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O termo spread tornou-se central sempre que se fala em crédito à habitação em Portugal. Contudo, para quem tem pouca literacia financeira, este conceito pode gerar dúvidas importantes. Saber o que é o spread e como ele influencia as taxas de juro pode ajudar qualquer pessoa a negociar melhor o seu empréstimo e a compreender quanto vai efectivamente pagar. Neste artigo, explico o essencial de forma simples, prática e acessível. O que é o spread? Em contexto bancário, o spread é a margem que o banco acrescenta à taxa de referência, normalmente a Euribor, quando concede um crédito à habitação. Esta margem representa o lucro do banco na operação de crédito e serve também para cobrir os riscos associados à concessão do empréstimo, assim como outros custos operacionais. Ao pedir dinheiro ao banco para comprar casa, a sua prestação mensal vai reflectir a soma de dois elementos principais:     • O indexante (normalmente a Euribor)     • O spread Assim, a taxa de juro total d...

CRÉDITO & SEGUROS: Moratória Kristin - como pedir suspensão dos créditos e quais os riscos

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A tempestade Kristin causou prejuízos significativos em várias zonas do país, afectando habitações, empresas e o rendimento de muitas famílias. Para responder a esta situação excepcional, o Governo aprovou um conjunto de medidas de apoio, entre as quais se inclui uma moratória nos créditos, sobretudo no crédito à habitação. À primeira vista, esta solução pode parecer um alívio imediato porque permite suspender temporariamente o pagamento das prestações ao banco. No entanto esta decisão deve ser ponderada com cuidado, uma vez que pode ter custos acrescidos no futuro. Em que consiste a moratória de crédito? A moratória permite interromper temporariamente o pagamento do crédito, sem que isso seja considerado incumprimento. No caso da tempestade Kristin, esta medida possibilita a suspensão do pagamento de capital, juros e outros encargos por um período máximo de 90 dias, com efeitos entre 28 de Janeiro e 27 de Abril de 2026. Durante este período: *  O banco não pode cancelar o contrato...

CRÉDITO & SEGUROS: Euribor vai voltar a cair se BCE cortar juros devido à força do euro?

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Quem procurar um crédito habitação em Portugal vai deparar-se com uma Euribor próxima de 2%, taxas mistas e variáveis em valores muito próximos e poderá até sentir um ligeiro aperto nos critérios de concessão por parte da banca. Mas sem sinais para alarme. O mercado financeiro vai apenas reagindo à actual conjuntura macroeconómica e às possíveis mudanças no rumo dos juros do Banco Central Europeu (BCE). Aliás, as mais recentes perspectivas dos analistas apontam para a hipótese de o regulador europeu ter de cortar os juros num cenário de agravamento da valorização do euro face ao dólar. Haverá impacto na Euribor? Hoje, as taxas Euribor têm-se mantido estáveis, pouco acima de 2%, o que reflecte a manutenção dos juros pelo BCE decidida nas últimas cinco reuniões de política monetária, a mais recente realizada esta Quinta-feira, dia 5 de Fevereiro. “A Euribor parece reflectir esta estabilidade permanecendo quase sem alterações, embora as taxas de longo prazo tenham subido ligeiramente nas ...

CRÉDITO & SEGUROS: Dinheiro físico em casa - quais são as vantagens e recomendações do BdP...

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O apagão que paralisou o país no ano passado, trouxe à luz uma realidade simples, que nem sempre conseguimos recorrer a cartões ou serviços electrónicos.  Para evitar problemas que surjam de situações inesperadas como estas, o Banco de Portugal (BdP) aconselha os cidadãos a manterem algum dinheiro físico em casa. A recomendação do supervisor do sistema económico e financeiro de Portugal, surge pela primeira vez num documento oficial, publicado no Boletim Notas e Moedas, e reflecte a necessidade de assegurar pagamentos essenciais mesmo em situações de emergência. Qual a recomendação do Banco de Portugal em relação ao dinheiro vivo? De acordo com o Banco de Portugal (BdP), é prudente que cada família mantenha uma pequena reserva em dinheiro físico suficiente para cobrir as despesas essenciais durante, pelo menos, 72 horas. A recomendação surge da necessidade de garantir autonomia em situações de falhas nos sistemas electrónicos, como apagões ou ciberataques. Em termos práticos, algun...